JavaScript–Module Pattern, Closures e Self-Executing AnonymousFunctions

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Quem trabalha com JavaScript conhece bem a problemática em relação ao escopo e criação de variáveis. Uma das grandes preocupações dos desenvolvedores JavaScript é evitar o uso indiscriminado de variáveis globais, o que pode levar a erros terríveis e de difícil rastreabilidade.

Como “AINDA” não temos uma sintaxe de módulos do próprio JavaScript, o padrão é a utilização de módulos para garantir um escopo de variáveis fechado, além de simular a privacidade de atributos e funções.

Este pattern pode envolver uma combinação de técnicas como closures e funções auto-executáveis. A sintaxe é bastante característica e pode ser encontrada facilmente em diversas bibliotecas, como no caso do WinJS.

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WinJS 4.0–Novidades e melhorias para Universal Apps e Cross-browser

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Dia 27 de março a Microsoft lançou a versão Preview do WinJS 4.0. Neste mesmo ano (2015), já havia sido anunciado o lançamento da versão 3.0 com uma série de novos recursos em relação ao seu antecessor. Agora, como veremos neste post, o ponto focal da versão 4.0 da Biblioteca JavaScript da Microsoft, é a compatibilidade com o Windows 10 e a melhoria nos recursos cross-browser.

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SOA, BPM e os desafios atuais de Negócio e TI

Em um mercado cada vez mais competitivo, as empresas são constantemente desafiadas a produzirem melhores resultados com menor custo, desenvolverem produtos baseados em um ciclo de vida mais curto e se relacionarem de forma mais personalizada e integrada com seus clientes, fornecedores e parceiros. Para tanto, as empresas devem ser capazes de melhorar seus processos de negócio e sua comunicação com a área de TI, da qual dependem para viabilizar suas estratégias.

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C# 6.0 TIPS–Exception Filters

Esse é um post simples para explorar um ótimo recurso do C# 6.0: Exception Filters. Beleza, todo mundo que programa com C# já teve a necessidade trabalhar com o Exceptions. Meio que não há como fugir disso. Lógico que com tanto uso, alguma necessidades específicas aparecem, e para poder tratar melhor nossas exceção acabamos por utilizar estruturas condicionais, o que muitas vezes torna o código mais inteligível.

Com o Exception Filter, é possível aplicar um filtro direto na exceção. É claro que antes você já podia “tratar” isso dentro do bloco try/catch, porém teria de se executar o catch e em seguida filtrar a condição. Com este novo recurso podemos realizar a condição e aplicar o tratamento específico. Observe o código abaixo:

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Agora, um bloco o catch só será executado quando o filtro for verdadeiro.

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O código fonte pode ser baixado aqui!!!

Até a próxima e bons estudos pessoal :)

WCF Tips–Bounded Generics, Serialization e o Data Contract

contract_genericEssa é uma dica que eu acho importante compartilhar. Ultimamente por conta de uma necessidade acabei topando com algumas reclamações em relação ao uso de Generics em contatos de dados no WCF, o que me motivou a escrever este post abordando o uso e também o motivo desta implementação no Windows Communication Foundation.

É comum que um desenvolvedor .NET trabalhar com generics. Sendo assim, ao iniciar no WCF também será comum que ele mantenha a mesma mentalidade, criado novos tipos e métodos genéricos. O problema disso é que WCF não suporta a exposição de tipos genéricos!

A primeira informação crucial aqui é que isso não é culpa ou limitação do WCF :D

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Enterprise Integration–Uma introdução aos Sistemas distribuídos e o Microsoft Integration

Em Enterprise Integration, consideramos sistemas distribuídos uma aplicação que está disponível em múltiplos nós. Na visão do Microsoft Integration, chamamos isto de Connected System (Sistemas Conectados). Hoje a visão de Integração da Microsoft é proporcionar conectividade corporativa de qualquer lugar, para qualquer dispositivo.

 

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Neste post vamos olhar a visão da Microsoft sobre sistemas distribuídos e tecnologias de integração do início aos dias atuais.

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Application Insights–Da teoria a prática

O Application Insights é um serviço de nuvem (SaaS) distribuído como parte do Visual Studio Online e integrado ao Portal do Microsot Azure DevOps. Com ele e possível garantir que a aplicação ou serviço estão realmente rodando, além de identificar problemas de desempenho e se obter uma monitoração eficiente.

Basicamente, o Application Insigths tenta responder as seguintes perguntas: Sua aplicação está no ar neste momento? Está funcionando? Será que está com algum erro? E o desempenho?

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Neste post, além de uma introdução ao Application Insights, vou criar uma aplicação WEB utilizando os recurso de telemetria, testando e visualizando os resultados no portal do Microsoft Azure DevOps.

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Microsoft Azure BizTalk Services–Configurando o ambiente de desenvolvimento

Esta é a continuação do artigo Microsoft Azure BizTalk Services–Criando seu primeiro serviço BizTalk. O que vimos anteriormente foi a criação do serviço, cobrindo os números 1 e 2 da agenda. Nesta parte vou concluir com as configurações do  ambiente de desenvolvimento completando o passo 3.

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Agenda

  1. Pré-requisitos
    1. Subscription ativa no Azure
    2. Dependências no Azure
    3. Dependências On-premisse
  2. Provisionando o serviço
    1. Criando o Banco de Dados
    2. Criando uma Conta de Armazenamento   
    3. Criando o MABS (Microsoft Azure BizTalk Services)
    4. Obtendo o Controle de Acesso
    5. Configurando o Azure BizTalk Services Portal
  3. Configurando o ambiente de desenvolvimento
    1. Instalando o certificado
    2. Criando um certificado para o BizTalk Adapter Service
    3. Instalando o Azure SDK BizTalk Services
    4. Instalando o BizTalk Adapter Service (BAS)
  4. Configurando o BizTalk Adapter Service
  5. Considerações
  6. Referências

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