Azure Mobile Service–Gerenciando Logs, deploy e o projeto Kudu

Esta semana recebi um pergunta em relação ao post anterior Azure Mobile Service–Logging local e na nuvem com backend .NET WebAPI. A pergunta era como deletar os logs gerados.

Se você já utilizou o Azure Mobile Service e precisou dos LOGS, sabe que via portal não conseguimos fazer a gestão dos mesmos. Levando em consideração que Serviços Móveis são criados com suporte a utilização em massa, essa se torna uma necessidade real.

Sendo assim este POST é ao mesmo tempo uma dica e também serve de introdução ao Projeto Kudu, com o qual vamos fazer o backup e deleção dos LOGS.

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O primeiro ponto é relembrar do anuncio do deploy no Azure Web Sites utilizando GIT. Isso foi realmente bacana mas qual a ligação com o nosso assunto? O que poucos sabem é que a engine que suporta este recurso é o projeto Open Source codinome Kudu.

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Azure Mobile Service–Logging local e na nuvem com backend .NET WebAPI

Um dos pontos de maior adoção ao backend .NET WebAPI para o serviços mobile do Microsoft Azure, é a facilidade de testar localmente. Fora isso, Se comparado a arquitetura do backend NodeJS temos muito mais capacidade em realizar debug e auditoria em nossa aplicação.

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Neste post vou exemplificar como utilizar o mecanismo de log do Microsoft Azure Mobile Services com backend .NET WebAPI local e na nuvem de forma rápida e simples.

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ETBS 2014 – Cloud Computing, Serviços e Mobilidade com Microsoft Azure

Como o prometido estou postando o material e referências utilizados na minha palestra de Cloud Computing e Mobilidade no #ETBS 2014.

O EBTS 2014 ou 1º Encontro Metropolitano de Tecnologia, foi realizado nos dias 2 e 3 de setembro, na região da Baixada Santista, em São Paulo. Este foi um evento gratuito, sediado na cidade de São Vicente com mais de 30 palestrantes de diversas áreas da tecnologia em dois auditórios.

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Azure Mobile Service – Primeiros passos com backend .NET WebAPI

O Microsoft Azure Mobile Service (MAMS) é um serviço que oferece backend escalável, seguro e multiplataforma, e teve como origem o NodeJS para backend server-side. Um dos pontos mais interessantes do MAMS é a capacidade de dar ao programador o poder de customizar e adicionar lógica ao backend.

A ideia neste post é trazer uma primeira visão sobre o Microsoft Azure Mobile Service com backend .NET.

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Assim que a Microsoft anunciou o backend .NET para o MAMS, ouve uma  grande aceitação da comunidade, principalmente dos desenvolvedores .NET.

Minha primeira impressão em relação ao backend .NET era que isso se dava apenas pela falta de familiaridade dos desenvolvedores .NET com o código JavaScript server-side, e tiro isso por mim, porém isto não é de todo verdade

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TDC São Paulo 2014–Conhecendo o WinJS para WinPhone e Win8

Olá pessoal. Como o prometido estou disponibilizando o material utilizado no TDC 2014 edição São Paulo da minha palestra Conhecendo o WinJS para Windows Phone e Windows 8.

Como o citado na palestra, o WinJS é a biblioteca JavaScript criada pela Microsoft a fim de permitir o desenvolvimento de aplicações HTML5 e JS acessando os recursos do WinRT. A premissa da palestra foi que o WinJS é muito mais que um Wrapper de acesso ao WinRT…

Estou disponibilizando o PPT e as demos utilizadas e as que não deram tempo de concluir. Vale notar que os exemplo estão disponíveis para para o WinJS 2.0 (Windows 8) e WinJS 2.1 (Windows Phone 8.1).

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HTML5 Game Development–High Performance o início

Falando em games, existe um elemento que provavelmente seja mais importante que uma boa ideia e gráficos extraordinários: a fluidez e continuidade. Não tem nada pior que um jogo cheio de pausas e lags. Estudos recentes de usabilidade mostram um grande nível de frustração dos usuários em jogos onde há delay aparente. Mesmo um jogo realista e com uma ótima arte vai ser tornar chato e desinteressante se for lento e sem "fluidez".

Levando isso em consideração é importante ter em mente que mesmo aquela super ideia, arte ou conceito pode se perder se não for bem  implementada.

Dito isto, é fundamental para o desenvolvimento de games que você se preocupe com a performance, e já que estamos falando de games em HTML5 e JavaScript, precisamos entender como o JavaScript funciona, o que gera a falta de performance e as possíveis técnicas a serem utilizadas a fim de garantir games mais performáticos e com ótima fluidez.

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O que você consegue fazer em 16 milissegundos? Quando falamos de games essa pode ser a diferença entre o sucesso e fracasso. Nesta série sobre High Performance vou abordar alguns dos assuntos fundamentais para construção de games com HTML5 & JavaScript. Como este é um assunto longo, vou dividir os temas para abordar com mais detalhes e testes práticos referentes a performance.

Agenda deste artigo:

  • FPS
  • Gestão de memória em JavaScript
  • Garbage Collected (Coleta de lixo)
  • Memory Leak (Vazamento de memória)

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JavaScript Development Insights–Escopo e Criação de Classes

Antes de continuar a série “HTML5 Game Development” vou falar de alguns temas chave quando estamos escrevendo código para games e APPs com JavaScript. Antes de construir uma casa temos de fazer o fundamento, pelo menos se queremos algo com qualidade e durabilidade. Sendo assim é fundamental dominar alguns pontos da linguagem. Smiley piscando

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O código acima “parece” totalmente despretensioso e simples porém as duas linhas acima NÃO tem o mesmo efeito. O Script A e o Script B escondem uma diferença fundamental para o tema em questão. O simples fato de utilizar ou não a palavra chave var, pode alterar drasticamente o sentido e função do código.

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HTML5 Game Development–Princípios da programação JavaScript com Prototype

Olá pessoal. Saindo um pouco do habitual hoje vou falar sobre desenvolvimento de games com JavaScript e HTML5. Minha ideia é abordar alguns assuntos que  acho pertinentes sobre o desenvolvimento de games com HTML5 e JavaScript. Estou levando em conta que você já conhece pelo menos o básico de HTML5 e JavaScript portanto vou logo para o lado mais denso da brincadeira.

Entre os vários assuntos associados a este tema vou iniciar esta mini-série falando sobre este recurso poderoso que é o Prototype. Um dos motivos que me levaram a isso se dá ao fato deste ser o meu primeiro objeto de estudo quando decidi me aprofundar no JavaScript. Parte disso se da pelo fato da grande utilização deste padrão. Já quando falamos em desenvolver games com JavaScript, geralmente vamos ter um grande número de objetos, métodos e arquivos scripts. Manter esta estrutura de forma organizada e coesa é na maioria dos casos um desafio.

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Sendo assim é importante entender como otimizar a criação dos objetos de certa forma que seja possível diminuir a quantidade de código e risco nas alterações futuras.

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Microsoft Azure e o Visual Studio Online

Olá pessoal. Neste post vou abordar sobre o novo recurso disponível em integração com o Microsoft Azure. Estou falando aqui da possibilidade de interagir o seu Visual Studio Online (VSO) com o Azure Active Directory (AAD) utilizando novas contas de maneira simples e rápida.

Para facilitar o post vou utilizar a seguinte nomenclatura:

  • VSO – Visual Studio Online
  • AAD – Azure Active Directory

Como o anunciado por Brian Harry (Product Unit Manager for Team Foundation Server), uma das maiores solicitações dos usuários do VSO é a autenticação federada. E qual o motivo disso?

Primeiro as inúmeras solicitações para se utilizar contas corporativas e não só o famoso Live ID. Outro ponto é que anteriormente só era possível ter a correspondência entre o VSO e uma única conta do Microsoft Azure. Isso se aplica muito bem caso seu cenário seja de trabalhar apenas com projetos próprios, já se houver a necessidade de interagir com outras contas (empresariais, clientes e afins), você ficava limitado.

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