Reduzindo os riscos ao migrar para a cloud computing

Cloud Computing

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A cada dia temos notícias de mais e mais empresas adotando ou cortejando migrar para a computação na nuvem. Abandonar os servidores e redes internas e mudar todos os bancos de dados, inclusive os de informações financeiras e sigilosas, para máquinas em outro hemisfério são decisões estratégicas que soam perigosas.

Isto porém, pode significar uma economia de até 90% nos gastos com Tecnologia da Informação. Isso por si só já parece ser um ótimo motivo para se pensar em cloud computing, porém no mundo dos negócios não há investimento antes de se conhecer os riscos.

Neste post vamos conhecer algumas fases que uma companhia deve seguir para reduzir os riscos ao optar pelo modelo de cloud computing.

Estar ligado à nuvem nada mais é do que manter seus produtos e serviços disponíveis o tempo todo na internet, com possibilidade de acesso remoto a uma planilha financeira ou a informações sobre um produto com a mesma velocidade que se vê um vídeo no YouTube, por exemplo – um bom exemplo de TV em cloud.

O sistema de nuvens é comparado ao fornecimento de luz: uma empresa mantém os servidores e aluga espaço virtual e uma transmissão de volume de dados e cobra por isso. “Se usar mais, vai pagar mais caro, se usa menos, paga pouco”. “Isso reduz custo porque elimina todo o custo de capital que seria usado para comprar um servidor e deixa todo esse dinheiro disponível para o operacional.”

Podemos utilizar como exemplo consultórios médicos que tem aplicativos de negócios semelhantes, por isso, um fornecedor público de cloud pode atender esse setor em todo o mundo. Mas, o que a empresa deve terceirizar primeiro e o que fazer para minimizar os riscos? Conheça cinco fases fundamentais para migrar para a nuvem. Elas incluem infraestrutura de rede, recuperação de desastres, criação de escritórios remotos e aplicações críticas.

Geralmente, a primeira fase de migração para o conceito, a conectividade de rede, já é terceirizada por um provedor de cloud. A fase dois, deve focar na terceirização de funções que são críticas para a recuperação de desastres do dada center principal. Essa arquitetura pode ser implementada em um site em outra cidade, onde pode ser testado para ter certeza de que cobre todas as funções criticas do negócio. O fornecedor de cloud precisa garantir esse cenário para que, em casos de desastres, a recuperação aconteça tanquilamente.
A terceira etapa indica que o fornecedor disponibilize aplicações baseadas na web específicas do negócio. Assim, o fornecedor pode realizar suporte e outras operações remotamente, eliminando custos para empresa de manter uma equipe interna de help desk, por exemplo.
A fase seguinte está relacionada à migração dos aplicativos do core business. Essas ferramentas terão de ser acessadas por usuários corporativos por meio da web.
Por último, vem a quinta,  voltada para aplicações críticas, como dados financeiros, dados de RH, e outras informações confidenciais. O fornecedor deve garantir a segurança delas por meio de poderosos firewalls.
Em resumo, a primeira fase já existe em muitas corporações. A segunda se concentra em outsourcing, a parte mais crítica da infraestrutura - necessária para a recuperação de desastres. Após a finalização dela, a seguinte inclui a criação de infraestrutura para acesso a consultórios remotos. A quarta está relacionada a aplicações não-críticas do negócio. E a última deve incluir diversos requisitos de segurança, já que comporta informações críticas. Esses passos mostram de que forma o consultório citado como exemplo, pode migrar para a nuvem sem riscos.


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Vitor is a computer scientist who is passionate about creating software that will positively change the world we live in.

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